A S A I R A S
S A L A D E F E S T A S
B E R T O A - C A R B A L L O
A LAS 9 D E L A N O C H E
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« E S P I G A » D E O R E N S E
Y 8 U F A B U L O S O S O N I D O « A D R A F O N I C O
MUJERES E N T R A D A G R A T IS
MAÑANA D O M IN G O . A L A S 9 D E L A N O C H E B A I L E C O N E L F A M O S O G R U P O
« Q U E I M A D A » D E P O N T E V E D R A / ■ r MUJERES E N T R A D A G R A T T I S
Autobuses c o n destino a Carballo y L a C o ru ñ a - S e rv ic io de T ro leb u ses con destino a la S a la .
M A D R I D , 3 4 . -« N o ü e g a r e m o a a s e n t a r l o s c i m i e n t o s d e u n u n i v e r s o a u t é n t i c a m e n t e s e g u r o s i n o s o m o s c a p a c e s d e p o n e r p r o n t o r e m e d i o a u n a r e a l i d a d a m p l i a m e n t e i n s a t i s f a c t o r i a y p o t e n c i a l m e n t e e x p l o s i v a : p a r a g r a n d e s m a s a s d e l a p o b l a c i ó n m u n d i a l e l h a m b r e , l a e n f e r m e d a d y l a m i s e r i a s e h a n c o n s t i t u i d o e n ú n i c o s d a t o s d e s u r e a l i d a d i n m e d i a t a » , h a d i c h o e l m i n i s t r o e s p a ñ o l d e A s u n t o s E x t e r i o r e s , M a r c e l i n o O r e j a A g u i r r e , e n s u i n t e r v e n c i ó n e n l a 6 3 C o n f e r e n c i a d e l a U n i ó n I n t e r p a r l a m e n t a r i a , q u e s e c e l e b r a e n M a d r i d .
E l m i n i s t r o e s p a ñ o l i n t e r v i n o p o c o d e s p u é s d e l m e d i o d í a y c o m e n z ó r e c o r d a n d o q u e e n 1 9 3 3 , b a j o ¡ a p r e s i d e n c i a d e J u l i á n B e s t e i r o , s e c e l e b r ó e n M a d r i d u n a c o n f e r e n c i a g e n e r a l d e l a « V I » y m á s t a r d e , e n 1 9 6 6 , u n a r e u n i ó n p r e p a r a t o r i a e n P a l m a d e M a l l o r c a .
Marcelino Oreja, en la conferencia de la Unión Interparlamentaria
« L o s h o m b r e s d e E s p a ñ a q u i e r e n g o b e r n a r s e a s í m i s m o s c o n f o r m e a i d é n t i c o s p r e s u p u e s t o s q u e a q u e l l o s q u e p e r t e n e c e n a s u s m i s m a s á r e a s g e o g r á f i c a s »
El noruego Gustavsen pidió la liberación de todos los presos políticos y la legalización de todos los partidos y las actividades políticas no . violentas
« E s p a ñ a d i j o e s c i e r t a m e n t e u n a c o m u n i d a d d e p u e b l o s , c a d a u n o d e l o s c u a l e s c o n t i e n e e n s u d i v e r s i d a d f a c t o r e s d i f e r e n c i a l e s d e n t r o d e l a u n i d a d d e n u e s t r o E s t a d o , f o r j a d a d e s d e h a c e c i n c o s i g l o s y a l a q u e n o e s t a m o s d i s p u e s t o s a r e n u n c i a r » .
« P e r o E s p a ñ a -a ñ a d i ó e l s e ñ o r O r e j a -e s u n . p a í s m o -
K O Y S E R E U N E E N V A L E N C I A L A C O M I S I O N D E E N L A C E D E L O S O R G A N I S M O S U N I T A R I O S D E L A O P O S I C I O N
Se estudiarán las distintas propuestas para su fusión en un programa único de ruptura
M A D R I D , 2 4 . M a ñ a n a , S á b a d o , s e r e u n i r á e n V a l e n c i a l a c o m i s i ó n d e e n l a c e d e l o s d i s t i n t o s o r g a n i s m o s u n i t a r i o s d e l a o p o s i c i ó n d e l a s d i v e r s a s r e g i o n e s - o « n a c i o n a l i d a d e s » c o m o s e l a s h a d a d o e n d e n o m i n a r - d e l E s t a d o e s p a ñ o l .
E s t a c o m i s i ó n d e e n l a c e , c u y a c o n s t i t u c i ó n s e a c o r d ó e n l a r e u n i ó n q u e s i e t e o r g a n i s m o s u n i t a r i o s d e p a r t i d o s d e l a o p o s i c i ó n y u n a r e p r e s e n t a c i ó n d e l a s f t i e r z a s p o l í t i c a s v a s c a s m a n t u v i e r o n e n e l h o t e l E u r o -b u i l d i n g d e M a d r i d e l p a s a d o d i a 4, e s t á f o r m a d a p o r d o s m i e m b r o s d e c a d a u n o d e l o s s i g u i e n t e s o r g a n i s m o s u n i t a r i o s : A s s e m b l e a d e C a t a l u n y a ; A s s e m b l e a s d e M a l l o r c a , M e n o r c a e I b i z a ; C o o r d i n a d o r a d e F u e r z a s D e m o c r á t i c a s d e C a n a r i a s ; C o o r d i n a c i ó n D e m o c r á t i c a , q u e y a h a d e s i g n a d o s u r e p r e s e n t a c i ó n e n l a s p e r s o n a s d e A n t o n i o G a r d a T r e v i j a n o ( i n d e p e n d i e n t e ) y S i m ó n S á n c h e z M o n t e r o ( P a r t i d o C o m u n i s t a ) ; T á b o a D e m o c r á t i c a d e G a l i c i a y l a T a u l a d e F o r c e s P o l i t i q u e a i S i n d i c á i s d e l P a í s V a l e n c i á .
N o a s i s t i r á a l a r e u n i ó n e l C o n s e l l o d e F o r z a s P o l í t i c a s G a l e g a s , q u e s í e s t u v o p r e s e n t e e n M a d r i d p e r o q u e n o a c u d i r á a V a l e n c i a p o r c o n s i d e r a r q u e e n t r e l a s o p c i o n e s q u e s e v a n a t r a t a r n o s e i n c l u y e l a t e s i s f e d e r a l i s t a q u e e l l o s p r e c o n i z a n ; l a s f u e r z a s p o l í t i c a s v a s c a s , p o r n o e s t a r a g r u p a d a s e n n i n g ú n o r g a n i s m o c o n j u n t o - e n M a d r i d e s t u v i e r o n p r e s e n t e s r e p r e s e n t a n t e s d e n u e v e p a r t i d o s d i f e r e n t e s - , y e l « G o n s e l l » c a t a l á n , q u e a s i l o h a a s o r d a d o r e c i e n t e m e n t e .
F I N A L I D A D D E L A C O M I S I O N
L a f i n a l i d a d d e l a r e f e r i d a c o m i s i ó n d e e n l a c e e s l a d e p r o p o n e r a l o s o r g a n i s m o s u n i t a r i o s e n e l l a s r e p r e s e n t a d o s y , p o s t e r i o r m e n t e , a l p l e n o d e l o s m i s m o s , l a d i s c u s i ó n y , e n s u c a s o , l a a p r o b a c i ó n , d e u n p r o y e c t o d e a r t i c u l a c i ó n i m i t a r í a a n i v e l d e e s t a d o d e d i c h o s o r g a n i s m o s , y - u n p r o g r a m a p o l í t i c o c o n j u n t o d e r u p t u r a d e m o c r á t i c a q u e a b r a u n p e r í o d o c o n s t i t u y e n t e e n b a s e a l a s l i b e r t a d e s d e m o c r á t i c a s , l i b e r t a d s i n d i c a l , a m n i s t í a s i n e x c l u s i o n e s y l o s d e r e c h o s p o l í t i c o s d e l a s n a c i o n a l i d a d e s y r e g i o n e s .
P a r a e l l o , l o s r e p r e s e n t a n t e s d e l o s o r g a n i s m o s u n i t a r i o s f o r m u l a r á n e n V a l e n c i a l a s p r o p u e s t a s q u e h a n e s t u d i a d o s u s r e s p e c t i v o s p l e n o s p a r a s u d i s c u s i ó n y p o s i b l e f u s i ó n e n u n p r o g r a m a ú n i c o .
P o r s u p a r t e , C o o r d i n a c i ó n D e m o c r á t i c a l l e v a r á a V a l e n c i a u n p r o g r a m a o r i e n t a d o h a c i a l a r u p t u r a y a l a a p e r t u r a d e u n p r o c e s o c o n s t i t u y e n t e e n e l q u e s e c o n t e m p l e n l a s l i b e r t a d e s d e m o c r á t i c a s , l a s u p r e s i ó n d e l a s l e y e s r e p r e s i v a s y j u r i s d i c c i o n a l e s e s p e c i a l e s y l a f o r m a c i ó n d e u n G o b i e r n o d e a m p l i o c o n s e n s o p o p u l a r . I g u a l m e n t e , C o o r d i n a c i ó n p l a n t e a r á e n l a r e u n i ó n d e l a c o m i s i ó n d e e n l a c e s u p o s i c i ó n a n t e l a s r e i v i n d i c a c i o n e s d e l o s o r g a n i s m o s r e g i o n a l e s . D i c h a p o s t u r a c o n s i s t e e n d e f e n d e r p a r a e l P a í s V a s c o , G a l i c i a y C a t a l u ñ a u n o s ó r g a n o s d e a u t o g o b i e r n o d e s d e e l m i s m o m o m e n t o d e l a r u p t u r a . - ( E U R O P A P R E S S ) .
d e r n o , e l d é c i m o e n l a e s c a l a i n d u s t r i a l d e l m u n d o , y s u s h o m b r e s p i e n s a n , r e a c c i o n a n , s i e n t e n y s e c o m p o r t a n c o m o a q u é l l o s q u e p e r t e n e c e n a s u s m i s m a s á r e a s g e o g r á f i c a s y c u l t u r a l e s y q u i e r e n g o b e r n a r s e a s i m i s m o s c o n f o r m e a i d é n t i c a s c o o r d e n a d a s y p r e s u p u e s t o s » .
E l m i n i s t r o d e A s u n t o s E x t e r i o r e s c i t ó c o m o C o o r d e n a d a s f i j a s d e E s p a ñ a a E u r o p a , H i s p a n o a m é r i c a , e l m u n d o á r a b e , E s t a d o s U n i d o s , y é l V a t i c a n o y s e r e f i r i ó a l a l a b o r d e d e s c o l o n i z a c i ó n l l e v a d a a c a b o ú l t i m a m e n t e y e l d o l o r d e q u e p e r v i v a G i b r a l t a r c o m o c o l o n i a e x t r a n j e r a .
L A S E G U R I D A D
M á s a d e l a n t e , e l s e ñ o r O r e j a s e r e f i r i ó a l t e m a d e l a s e g u r i d a d . « M e p a r e c e i m p o r t a n t e c o n s t a t a r q u e e n e l m u n d o a c t u a l -d i j o - , e l m u n d o d e l a d é c a d a d e l o s s e t e n t a , l a s e n s a c i ó n , o s i s e q u i e r e , l a i m p r e s i ó n d e s e g u r i d a d e s t á m á s a r r a i g a d a q u e e n é p o c a s a n t e r i o r e s , p e r o p e c a r í a m o s d e i n g e n u o s s i n o c o n s t a t á r a m o s q u e l a s e g u r i d a d d e b e t e n e r s ó l i d o s y o b j e t i v o s a s i e n t o s e n l a r e a l i d a d , y q u e é s t a n o s o f r e c e h o y d a t o s p r o p i c i o s p a r a l a m e d i t a c i ó n p r e o c u p a d a » .
« L a s e g u r i d a d -c o n t i n u ó -d e b e f u n d a m e n t a r s e e n u n t r i p l e a p o y o : u n o p o l í t i c o y m i l i t a r ; u n s e g u n d o c o n s i s t e n t e e n e l r e s p e t o y r e c o n o c i m i e n t o d e l o s d e r e c h o s h u m a m o s y d e l a s l i b e r t a d e s f u n d a m e n t a l e s ; e l t e r c e r o , a t e n t o a l a s n e c e s i d a d e s d e l a c o o p e r a c i ó n i n t e r n a c i o n a l » .
R e s p e c t o a l a d i s t e n s i ó n , e l m i n i s t r o e s p a ñ o l d i j o : « L a d i s t e n s i ó n d e l a q u e n o p o d e m o s n e g a r s u s b e n e f i c i o s o s e f e c t o s , e s u n e s t a d o m á s p e r f e c c i o n a d o e n l a s p o s i b i l i d a d e s d e c o o p e r a c i ó n y e n t e n d i m i e n t o e n u n m u n d o e s c i n d i d o , c u e n t a s ó l o c o n l a s e s t r u c t u r a s e s t a t a l e s c o m o s u s p r o t a g o n i s t a s . Y a l a p o s t r e , a u n q u e s e a o b j e t o d e u n f r u c t í f e r o e s f u e r z o p a r a a m p l i a r s u s l i m i t e s y g e n e r a l i z a r s u s r e s u l t a d o s , n o h a l o g r a d o e v i t a r l a p e r s i s t e n c i a d e l o s c o n f l i c t o s b é l i c o s c o n v e n c i o n a l e s y l o c a l i z a d o s n i t r a s p a s a r l a s b a r r e r a s d e l a a v e n t u r a d a p a z a r m a d a » .
E l s e ñ o r O r e j a , q u e a n u n c i ó l a c o m p l a c e n c i a c o n q u e e l G o b i e r n o e s p a ñ o l h a d e c i d i d o s u s c r i b i r l o s p a c t o s s o b r e l o s d e r e c h o s h u m a n o s d e 1 9 6 6 e l p r ó x i -m o d í a 3 8 e n N u e v a Y o r k , f i n a l i z ó s u d i s c u r s o d i c i e n d o q u e « l a s u b s i s t e n c i a d e f o c o s d e t e n s i ó n , p o r a i s l a d o s q u e p a r e z c a n , c o n s t i t u i r á s i e m p r e u n o b s t á c u l o i n s a l v a b l e p a r a l a c o n s e c u c i ó n d e l o q u e h a d e c o n s t i t u i r n u e s t r o p r o p ó s i t o ú l t i m o : u n m u n d o m á s j u s t o , m á s s o l i d a r i o y m á s p a c í f i c o . Y , e n d e f i n i t i v a , m á s s e g u r o » .
G U S T A V S E N Y E L
T E M A E S P A Ñ O L
E l s e ñ o r G u s t a v s e n , d e n o r u e g a , s e ñ a l ó q u e n o l e h a b r í a s o r p r e n d i d o l a c o n v o c a t o r i a d e e s t a c o n f e r e n c i a e n M a d r i d a i s e h u b i e r a h e c h o h a c e t r e s m a s e s , p e r o s i e s u n a s o r p r e s a q u e s e h a y a h e e h o h a c e t r e s a ñ o s , y e x p r e s ó s u s a t i s f a c c i ó n p o r q u e E s p a ñ a s i g u e u n p r o c e s ó q u e p u e d e c o n d u c i r l e a l a d e m o c r a c i a .
D i j o q u e a u n q u e e l t e m a e s p a ñ o l n o e s t á e n e l o r d e n d e l d í a d e l a c o n f e r e n c i a , e s i m p o r t a n t e q u e l o s d e l e g a d o s s e o c u p e n d e é L D e s t a c ó l a a m n i s t í a c o n c e d i d a e l p a s a d o m e s d e j u l i o , p e r o p r e g u n t ó h a s t a d ó n d e h a b í a a l c a n z a d o e s t a a m n i s t í a . F i n a l m e n t e , y e n t r e o t r a s c o s a s , p i d i ó l a l i b e r a c i ó n d e t o d a s t o a p r i s i o n e r o s p o l í t i c o s y l a l e g a d » z a c i ó n t d e t o d o s t o s p a r t i d o s p o l í t i c o s y l a s a c t i v i d a d e s p o l í t i c a s n o v i o l e n t a s .
H A B L A G A R C I A V A L p E C A S A S
E l s e ñ o r G a r c í a V a l d e c a s a a , d e E s p a ñ a , s u b r a y ó q u e a u p a d a h a b í a d a d o y d a i n c o n t a b l e s p r u e b a s d e s u c o n f i a n z a e n l a p a z y e l d e r e c h o , y e n e s t e s e n » t i d o r e c o r d ó l a a p o r t a c i ó n e s p a ñ o l a a l o l a r g o d e l a h i s t o r i a a i d e r e c h o i n t e r n a c i o n a l . D j j o q m E s p a ñ a e s t á e n u n p e r í o d o d a r e n o v a c i ó n q u e e s t a m b i é n d a i n t e g r a c i ó n , y a ñ a d i ó q u e E s p a ñ a h a o l v i d a d o e n t o d o s l o s s e a -t i d o s s u g u e r r a .
E l m i n i s t r o e s p a ñ o l c o n c l u y ó e x p r e s a n d o s u s a t i s f a c c i ó n p o r l a p r e s e n c i a d e l o s p a r l a m e n t a r i o s y c o n f i a n d o e n 1 a v i e j a m á x i m a d e D o n Q u i j o t e : « B i e n p o d r á n l o s e n c a n t a d o r e s q u i t a r n o s l a V e n t u r a ; p e r o e l á n i m o y e l e s f u e r z o e s i m p o s i b l e « .
P o r ú l t i m o , p i d i ó q u e e n t o a i n t e r v e n c i o n e s d e l o s d r í e g a d o a n o s e p r o n u n c i e n p a l a b r a s q u e n o s e a n r e s p e t u o s a s , p a r q u e 4 t m i s m o e s t a b a s i e n d o r e s p e t i v o » s o c o n t o d a s l a s d e l e g a c i o n e s y m i e m b r o s q u e h a n s u s c i t a d o a U i n t e r v e n c i ó n .
E s p a ñ a -i n d i c ó -h a e n m » i r a d o l a p a z y p i d e q u e t o a d a m á s r e s p e t e n e s a p a z . -« 9 * F R A ) .
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MADRID, 24.- La Comi sión Permanente del Episcopa do «cree deber suyo hacer un llamamiento a la"conciencia de los ciudadanos sobre la respon sabilidad que todos tenemos de contribuir a crear y fomentar, en las presentes circunstan cias, un clima de serenidad, de respeto mutuo y de decidida y leal particpación en la vida pú blica, que haga posible y efecti vo el ejercicio de la soberanía' popular, y abra paso a una con vivencia estable y pacífica, asentada sobre la justicia y la libertad».
Asi lo afirma un comunicado que se ha hecho público hoy, al finalizar los cuatro días de tra bajo de su reunión. Bajo un epí grafe que_ titulan «Reflexión so bre el momento actual», los obispos dicen:,
«La Comisión Permanente ha dedicado la primera parte de su reflexión pastoral a consi derar los diversos aspectos del momento que está viviendo nuestro país y su incidencia so bre la comunidad cristiana. Dentro de este planteamiento, adquiere particular relieve el acuerdo firmado entre la Santa Sede y el Estado español, por virtud del cual se inicia la de seada revisión del Concordato todavía vigente, mediante la re nuncia por parte del Estado al privilegio de presentación, y, por parte de la Iglesia, al privi legio del hiero, al tiempo que se establecen los plazos y los pro cedimientos conducentes a la total normalización de las rela ciones Iglesia - Estado.
En la tarde del miércoles día 22, el señor presidente de la Conferencia Episcopal, carde nal Enrique y Tarancón, junto con los cardenales de Sevilla, Toledo y Barcelona, se ausenta ron de la reunión, para entre vistarse con el Presidente del Gobierno, don Adolfo Suárez, en-respuesta a una invitación de este último.
Dado el carácter informar y privado de la entrevista, no se facilitó a la Prensa comunicado alguno. Los cuatro cardenales, una vez incorporados a las tareas de la Permanente, en la cual y en una ambiente de cor dial sinceridad, se pasó revista a los más importantes temas que hoy solicitan la atención del Gobierno y el Episcopado, tanto por lo que se refiere a sus mu tuas relaciones como a su espe cífico servicio a los españoles.
Al término de sus reuniones, los obispos de la Comisión Per manente desean expresar su satisfacción y su esperanza ante el acuerdo recientemente suscrito entre la Iglesia y el Es tado. Satisfacción, ya que en él, tras una larga y en ocasiones penosa etapa de dificultades y tensiones, se ha logrado llevar a las relaciones entre la Iglesia y la comunidad política e¡ espí ritu de entendimiento y concor dia, de mutuo respeto e inde pendencia, que pide el Concilio Vaticano II. Esperanza, tam bién.
De que ese mismo espíritu siga impregnando los pasos su cesivos que quedan por dar, de todo lo cual en definitiva resul tará beneficiado todo el pueblo español.
Estiman los obispos que es de justicia subrayar el decisivo influjo que, para llegar a ese acuerdo, há tenido el gesto per sonal y espontáneo del Rey, don
Comunicado de la Permanente del Episcopado
«ES DE JUSTICIA ESPERAR QUE NO SEAN, UNA VEZ MAS, LOS DEBILES QUIENES HAYAN DE SOPORTAR LOS PEORES SACRIFICIOS»
«Son exigencias indispensables la justicia y la equidad en la formulación de las normas electorales, así como la más estricta honestidad en la celebración práctica de las votaciones»
Juan Carlos Primero, al decla rarse dispuesto por su parte a renunciar al uso del privilegio de presentación de obispos.
Los miembros de la Comisión Permanente son bien conscien tes,por otro lado, de la respon sabilidad y del riesgo quef para todos los españoles, entraña la etapa de transición política que actualmente está viviendo la nación. Etapa que «avanza en tre la esperanza de una socie dad más justa y más libre y el temor de perder una oportuni dad que puede ser histórica», como ya' lo hizo notar, en el pa sado mes de julio, la Comisión Episcopal del Apostolado So cial.
Resulta innecesario repetir aquí cuanto ya se dijo en aquel documento. Pero la Permanen te, que conoció y autorizó su pu blicación, aprueba y alienta el propósito manifestado por los obispos de la propia Comisión del Apostolado Social de dar a la luz pública en fechas sucesi vas una serie de comentarios encaminados a difundir e ilumi nar los puntos principales de su declaración.
Cree 'la Permanente deber suyo hacer un llamamiento a la conciencia de los ciudadanos . sobre la responsabilidad que to dos tenemos de contribuir a crear y fomentar, en las pre sentes circunstancias, un clima de serenidad, de respeto mutuo y de decidida y leal participa ción en la vida pública, que haga posible y efectivo el ejerci cio de la soberanía popular, y abra paso a una convivencia es table y pacifica, asentada sobre la justicia y la libertad.
Nuestro país tiene derecho a encontrar en los diversos gru pos políticos y en las institucio nes sociales que se vayan creando los instrumentos que necesita para encauzar el servicio de todos los ciudadanos a los supremos intereses colecti vos. Y es de esperar, después de las medidas tomadas, que las que sigan contribuyan a di sipar dudas y desconfianzas que todavía subsisten y a incor porar cada vez más a los pro pios ciudadanos al proceso de cambio que está en marcha.
EXIGENCIAS DE UN SISTEMA JUSTO DE CONVIVENCIA
Si se quiere que ese proceso conduzca a un sistema de convi vencia justo, capaz de integrar los intereses particulares en el bien común, es necesario que las leyes, los tribunales y los poderes públicos, ofrezcan a cada ciudadano, familia o nú cleo social, el libre ejercicio de sus deberes y derechos cívicos. Corresponde a todos, pero es pecialmente a los poderes pú blicos, dar pasos decisivos para crear el clima de serenidad y credibilidad que el momento ac tual precisa.
Recordando ideas ya expre sadas en el mencionado docu mento de la Comisión de Apos tolado Social, los obispos de la permanente estiman que es ne cesario prestar particular atención a los aspectos econó micos y sociales de la realidad actual. Son muchos los proble mas relativos a nuestro sistema fiscal, al proceso inflacionario, a la redistribución de las ren tas, al paro y la emigración, que exigen con urgencia medidas eficaces que provean a la reac tivación económica y a cortar abusos y evasiones. En cuanto al mundo del trabajo, es tam bién urgente dotar a las organi zaciones sindicales del estatuto y de las garantías necesarias para que empresarios y obreros asuman su propia responsabili dad y sea posible el pacto social entre ellos. En el actual mo mento de recesión económica, que unos y otros, al tiempo que defiendan sus derechos, cum plan estrictamente sus respec tivos deberes. Se exigirán sa crificios por parte de todos; pero es de justicia esperar que no sean, una vez más, los débi les quienes hayan de soportar los sacrificios mayores.
ANTE EL REFERENDUM Y LAS ELECCIONES
Anunciada ya la próxima ce lebración de un referéndum y de elecciones para los órganos legislativos de un Estado en ré gimen de democracia, son exi gencias indispensables, en or den a asegurar una auténtica representatividad, la justicia y la equidad en la formulación de las normas electorales, así como la más estricta honesti dad en la celebración práctica de las votaciones, de suerte que quede garantizada la absoluta igualdad de oportunidades a to dos los grupos participantes.
NECESIDAD DE MADUREZ Y PONDERACION
Finalmente, ios obispos -re cuerdan a todos los ciudadanos, grupos políticos e instituciones su deber de dar pruebas de ma durez y de ponderación, esfor zándose por crear entre todos el marco político estable dentro del cual sea posible el libre jue go de las diversas opciones y tendencias. Ni la apatía absten cionista ni el maxímalismo in transigente, cualquiera que sea su signo, son lícitos si se quiere evitar el riesgo de malograr su progreso político y socio económico, y el reincidir en errores que, como la historia enseña, serían nefastos para la paz y la misma convivencia de mocrática.
' OTROS TEMAS DEL COMUNICADO
El comunicado anuncia la pu blicación de un documento so bre la enseñanza, tema que ha sido el que ha centrado la ma yor dedicación de esta asam blea. El documento se hará pú blico mañana.
En cuanto a la calificación moral de los espectáculos, la co misión ha encomendado un es tudio sobre este tema, que preo cupa gravemente a los obispos, a las comisiones episcopales de Doctrina de la Fe y de Comuni cación Sociales.
Se ha aprobado un plan de divulgación del -catecismo y, fi nalmente, se ha recibido un in forme sobre el Instituto Espa ñol de Misiones Extranjeras, presentado por el visitador apostólico nombrado por la Sa grada Congregación para la Evangelización de los Pueblos.
En el capítulo de nombra mientos, la comisión ha realiza do los siguientes:
-Presidenta nacional de la Hermandad Obrera de Acción Católica Femenina (H.A.C.F.), señorita Remedios Durán Rico.
-Presidente nacional de Ac ción Social Empresarial, don Fernando Rianchi Apalategui.
-Presidente nacional de la Asociación Católica Internacio nal de Servicios a la Juventud Femenina, señorita Concepción López Morales.
ADHESION AL PAPA
Al término de su reunión, los obispos de la Comisión Perma nente han cursado el siguiente telegrama:
Cardenal Villot, secretario de Estado. Ciudad del Vaticano.
«Comisión Permanente Con ferencia Episcopal, reunida Madrid, renueva sentimientos filial devoción Padre Santo, ele va oraciones por sus intencio nes y manifiesta total adhesión sus enseñanzas para unidad Iglesia.
Cardenal Tarancón, presi dente».-(CIFRA).
del PSOE respalda la actuación de Mugica en la reunión de «Coordinación Democrática»
«UGT» declara que no se siente moralmente representada por García Trevijano en la reunión de hoy de Valencia.
MADRID, 24.- La comisión ejecutiva del PSOE respalda plenamente a Enrique Mugica en su actuación ayer en la reu nión de Coordinación Democrá tica -según una nota difundida hoy por la oficina de prensa de ese partido.
Enrique Mugica y otros re presentantes del PSOE en Coordinación Democrática abandonaron la citada reunión por discrepancias con García Trevijano, que previamente ha bía lanzado ataques en la pren sa contra el Partido Socialista Obrero Español y otros grupos socialistas.
Tanto Mugica como el resto de los representantes del PSOE se opusieron a la designación de García Trevijano como en viado de Coordinación Demo crática a la reunión con las di versas instancias unitarias el sábado en Valencia.
Trevijano, contando con el apoyo del Partido Comunista y otros grupos, resultó sin em bargo elegido para la «cumbre» valenciana.
En la nota del PSOE publica b a hoy se hace constar que la retirada de Enrique Mugica no se debió a los resultados de la votación, que fueron expresa mente aceptados por el partido, sino a la «inaceptable interven ción» posterior de Garcia Tre vijano, quien mantuvo la exis tencia de una supuesta diversi dad de criterios entre Mugica y la ejecutiva de su partido.
«La ejecutiva del PSOE -termina la nota- ratifica una vez más su decidido apoyo a Coordinación Democrática y a su l i n e a política, considerando que es el principal instrumento de la oposición en la actuali dad».- (CIFRA).
NOTA DE LA «UGT»
MADRID, 24.- En relación con los problemas surgidos en el pleno de ayer de «Coordina ción Democrática» respecto a la designación de representantes de este organismo para nego ciar mañana en Valencia con miembros de las demás instan cias unitarias, la comisión eje cutiva de la «UGT» ha declara do que no se considera moral mente representada en lai reunión de mañana por el señor García Trevijano, por no perte necer éste a ningún partido.nl . organización sindical, según ha manifestado, mediante una no ta, la «Unión General de Traba jadores».
El texto difundido por la «UGT» al respecto, declara: X . -La «UGT» expuso ayer a la comisión ejecutiva de «Coordi nación Democrática», antes de la votación, su criterio de que la delegación de «Coordinación Democrática» que asista el día 25 a la reunión del comité de enlace con las demás Instancias unitarias estuviese formada ex clusivamente -por representan tes de partidos políticos, o de, organizaciones sindicales.
Al conocer la composición elegida por el pleno de «Coordi. nación Democrática», la «UGT» declaró no considerarse moral mente representada por el se ñor García Trevijano, no perte neciente a ningún partido ni or ganización sindical, sin perjui cio de nuestro acatamiento a la -decisión mayoritariamente adoptada por el pleno.
-Por otra parte, e inde pendientemente de las anterio res consideraciones, el abando no de la reunión del pleno de «Coordinación Democrática» por parte de los representantes de «UQT» obedeció a la imposi bilidad de avalar con la presen cia de nuestra organización, los ataques injuriosos dirigidos pú blicamente por el señor Garcia Trevijano contra el represen tante del «PSOE».
-Lo expuesto anterior mente no puede interpretarse en modo alguno como una pues ta en cuestión de «Coordinación Democrática» por parte de «UGT», sino muy al contrario, la «UGT» reitera una vez más el importante papel que le cabe cumplir a «Coordinación Demo crática» en la lucha por las li bertades y derechos que confi guran una verdadera alternati va democrática.- (EUROPA PRESS).
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LA LUCHA EN El SENO DE «COORDINACION i; DEMOCRATICA» REFUERZA LA POSICION DEL H GOBIERNO ANTE LA OPINION PUBLICA
MADRID, 24. - . (Crónica de AMALIA SANCHEZ SAMPEDRO).
El proyecto de reforma política elaborado por el Gobierno está trayendo más cola de lo que pu diera haberse esperado en un principio. Mientras fa estrategia Suárez avanza puntos en la coti zación de la opinión pública, la oposición desunida continua ofre ciendo un lamentable espectácu lo. r ', enfrentamiento, personal Ga a Trevijano - PSÓE en la reu nióte del pleno de Coordinación Democrática, no ha sido más que el fiel reflejo de una situación que se plantea cada vez más difícil a un núcleo de grupos políticos en el C ^ -s e manifiestan claramente las distintas tendencias.
Si un importante núcleo de re presentantes de Coordinación De mocrática comienza a darse cuen ta del quizás excesivo protagonis ta del líder del Grupo Indepen diente, que manifiesta una actitud abiertamente negativa a todo lo que proceda del Gobierno, otro sector representado en la Platajunta permanece todavía dudoso de la carta que debe quedarse en el difícil camino hacia la ruptura conjunta. Las fricciones, ya anti guas, se han visto precisamente aumentadas cuando el Gobierno ha presentado una alternativa, que si bien no convence total mente a la totalidad de la oposi ción, ha sorprendido a algunos grupos por la posibilidad de iniciar un entendimiento mutuo. En . el centro de las fricciones aparece frecuentemente García Trevijano, que desde hace algún tiempo, y muy especialmente tras la apari ción de la reforma Suárez, man tiene las posturas más radicales junto a los grupos comunistas y frente a un bloque que podría considerarse formado por el PSP, Izquierda Democrática y el PSOE.
Aunque existe el peligro de una ruptura por la mitad de la Platajunta, algunos de los partidos in tegrados en ella - incluso el mis mo Garcia Trevijano- están em peñados en mantener a toda cos ta la unidad, conscientes de que es su única fuerza. Hoy, tras las borrascosa reunión de la noche del jueves, los ánimos se encuen tran más serenados. Incluso el PSOE, que protagonizó el alterca do frente a García Trevijano, ha hecho íblico un comunicado en el que v._tera sus deseos de que Coordinación Democrática per manezca unida. Muchos observa dores opinan, por el contrario, que todo puede ser una lucha infruc tuosa para conseguir una unidad entre grupos que postulan tan dis tintas estrategias democráticas. Y al Go'^Trno no se le escapa que esta I ha no hace sjno reforzar el valor de sus decisiones frente a la opinión pública y de rechazo fren te a un electorado potencial que ya se apunta.
Dos encuentros fundamentales pueden ser decisivos para señalar la orientación de Coordinación Democrática y la posibilidad de seguir trabajando unidos:
El documento Ollero y la reu nión de Instancias unitarias de Valencia. Respecto al primero, no parecen plantearse excesivas difi cultades para proceder a la firma por un amplio número de repre sentantes de la oposición indivi dualizada, aunque sí existen por parte de la Platajunta. En contra de lo que se temía en un principio, los retoques realizados a-última hora habrían sido suficientes para convencer a casi toda la oposi ción, excepto a los miembros de Coordinación Democrática, que se ha reunido esta tarde para to mar la decisión definitiva. La con clusión es que se resisten a la fir ma y esperan estudiar dé nuevo el tema a primeros de la semana próxima.
En cuanto a la reunión de Va lencia, veinticuatro horas antes de celebrarse ha renacido un cierto optimisto respecto a los resulta dos que pueda arrojar este nuevo encuentro de instancias unitarias. Fuentes próximas a los partici pantes aseguran que se trata de una reunión de trabajo en la que los acuerdos podrían no tener el carácter de decisivos. El punto fundamental será, al parecer, la elaboración de un proyecto de ar ticulación de un organismo unita rio, unida a la estructura del pro grama que deba desarrollarse en los días próximos. En contraste con este optimismo, algunos sec t o r e s de la oposición moderada ven con recelo la consecución de base negociadora ^que pueda au nar posturas tan encontradas como las que se manifestaron en la cumbre de la oposición celebra da en Madrid el pasado día 4.
Paralelamente a este movi miento y las disensiones existen tes, los partidos y grupos de dere cha y de centro buscan sus res pectivas alianzas electorales, al gunas de las cuales comienzan a dar algunos frutos. Los intentos más definitivos en este terreno parecen ser los llevados á cabo por Fraga y sus ex-ministros saté lites. La misteriosa reunión cele brada el jueves parece haber teni do como principal resultado la de cisión de hacer público, en fecha, próxima, un comunicado de los grupos que desean crear un gran partido conservador de carácter populista.
Pero las dificultades en el gru po que aglutinaba Fraga han sur gido inmediatamente después .que se ha demostrado claramente las intenciones derechistas del lí der de Reforma Democrática. Al gunos sectores más liberales de este grupo han decidido continuar la línea establecida en un principio y es posible que la escisión se produzca. Por lo tanto, Reforma Democrática se ha integrado en el recientemente creado i Club Conver gencia, que preside Gabriel Elorriaga, uno de los más destacados fraguistas de la primera hora y que pretende constituir un frente eminentemente centrista.
En este sentido de presentar nuevas alternativas electorales, la democracia cristiana también lle va a cabo el intento de aglutinar a algunos de sus sectores, especial mente a los grupos menos cualifi cados. En este sentido se duda, acerca de la incorporación de la UDE, grupo que ha manifestado sus deseos de unirse correligiona rios democristianos, antes que la pretendida unión de Silva con Fraga.
Ei «Documento Ollero» ha sido reformado por completo y aun no ha sido firm ado
Será más suave, no ataca a la reforma y ofrece negociación para un Gobierno de amplio consenso democrático
MADRID, 24. - (Crónica de MARIANO GUINDAL).
Hacia las nueve de la noche de hoy ha terminado la reunión que ha mantenido la comisión ejecutiva de Coordinación De mocrática para estudiar el lla mado documento «Ollero» y para concluir los contactos pre paratorios de la reunión que mañana se celebrará en Valen cia.
El llamado documento «Olle-
Asamblea del profesorado estatal la Comarca de Bergantiños de
EN MUCHOS COLEGIOS NO EMPEZARON LAS CLASES PORQUE E. Y CIENCIA NO DESIGNO PROFESORES
Se están habilitando locales totalmente impropios para paliar la deficiencia de aulas
El pasado jueves se reunió en Carballo, en una asamblea, el profesorado estatal de EGB de la comarca de Bergantiños. Sobre la citada reunión se nos facilita el siguiente comunica do:
Una parte de la asamblea se consumió informando de los contactos que el representante provincial dél profesorado de EGB tendrá en Madrid con los restantes representantes pro vinciales para establecer una estrategia común cara a las ne gociaciones con él Ministerio que comienzan el próximo lu nes.
A continuación se nombraron cinco representantes para coodinarse con la otra comar cas durante las negociaciones, y se acordó celebrar, con ese fin, otra asamblea el próximo martes.
Por último se pasó a analizar la realidad escolar de la comar ca en este comienzo de curso y se acordó denunciar pública mente, especificándose con ejemplos, los hechos siguientes:
I.- Habiendo comenzado el curso escolar el pasado día 7, según el calendario escolar, son muchos los centros de nuestra comarca que hoy, día 23, aún no han podido organizarse y co menzar a impartir clase con normalidad, por faltarles profe sores y no habérselos facilitado la Delegación Provincial del MEC; por ello, para gran núme ro de alumnos el mes de sep tiembre no habrá existido esco larmente, y serán éstos, junto a los profesores que han tenido que multiplicarse para cubrir ausencias y los que han perdido un mes de trabajo y de remune ración, los que sufran las conse cuencias de este retraso esco lar.
No sabemos cómo la Delega ción Provincial, que a finales de agosto ya podía disponer de un buen número de profesores des plazados e interinos, podrá jus tificar esta deficiencia.
8.- Se están habilitando lo cales totalmente impropios para paliar la deficiencia de au las: en algunos centros se utili zan bibliotecas, laboratorios, comedores, gimnasios, pasillos, que quedan de este m odo inuti lizados, y en ótrós, en los que esto ya ocurría habitualmente, se recurre a locales fuera del edificio que no reúnen las mini mas condiciones para irppartir clase.
Esta situación es fruto de la falta de planificación de la Ad ministración y sus consecuen cias se vienen padeciendo año tras año.
3.-Un número considerable de centros de la comarca están infligiendo claramente las dis posiciones legales que regula la proporción alumnos-aula, esta blecida conio tope máximo en 40. 1
Responsabilizamos a la Ad ministración y a todos los que son cómplices de ella ocultanto tal irregularidad, del fracaso escolar que esta situación pue-; da reportar.
Como ejemplos de centros en la comarca, que el día 83 ocu rrían estos hechos, se citaron los siguientes:
- -Cabana: faltan profesores, y aulas, utilizándose como tales los pasillos y la vivienda del conserje; hay aulaá con más de 40 alumnos.
- -Camariñas: faltan profeso res yfhay aulas con más d§ 40 alumnos.
- -Carballo: faltan profesores y aulas para acoger a 300 alumnos; hay aulas en el gim nasio y pasillo.
- -Coristanco: faltan profeso res y aulas; el Ministerio quiere que se construyan aulas con el fondo del colegio.
- -Corme: faltan profesores.
- -Laracha: faltan profesores y hay alumnos que aún no han podido incorporarse al colegio por falta de aulas; hay: aulas con más de 40 alumnos.
- -Malpica: faltan profesores y se utiliza el comedor como au la.
- -Pino do Val: faltan profe sores; hay aulas con más de 40 alumnos.
- ; - Ponte do Porto: hay aulas /con más de 40 alumnos.
- -Canosa-Rus: faltan profe sores; hay aulas con más de 40 alumnos.
- -Unitarias de la Silva y la Brea: faltan profesores; hay au las con más de 40 alumnos.»
ro» no se ha firmado ante las graves pegas puestas pop Iz quierda Democrática y por el PSOE. El documentó ha sido reformado por completo dejan do sólo una parte del original. Coordinación Democrática so ha mostrado muy firme en tor no a que el documento lo tenían que firmar todos los partidos que estuviesen integrados sin admitir ninguna exclusión -anteriormente en este tipo do documentos se hablan dejado fuera el PTR, ORT, y al M.C.-. Este punto ha sido admitido por la oposición más moderada no integrada en C.D. Se han plan teado problemas a la hora do firmar, ya que un grupo defen día que se firmase por siglas do partido, a lo que los moderados se negaron e impusieron que se firmaran con nombres y apelli dos de las personalidades polí ticas representativas. Por últi mo el P.S.O.E., lo'mismo que I.D. defendieron la tesis de que si ya había rubricado un doca-. menta condenando el proyecto Suárez no había razón para se guir firmando «más papeles». El PSOE opina que firmar el do cumento «Ollero» equivalía a restar el protagonismo quo mantiene: en estos momentos C.D.
Ante estas dificultades se acordó una reunión para el pró ximo martes en la que se discu tiría el mencionado escrito. El contenido de este escrito es más benévolo que el Gobierno Sttórez de lo que había sido el docu mento preparado por Coordinación Democrática. No se ataca a la reforma, y se ofrece al Go bierno la negociación por un go bierno de amplio consenso de mocrático (desaparece laforma de Gobierno provisional);
También se ha dejado zanjar da la polémica surgida ayer mi tre el PSOE, representado por Enrique Mujica y Garcia Trevi jano (independiente). La potémica que surgió cuando Manuel Guedan (ORT) propuso para la delegación en Valencia a Simón Sánchez Montero y a Garcia Trevijano, Enrique Mujica afir mó que la proposición no era aceptable y abandonó la sala, acompañado de ios hombres do la U.G.T.
Una vez pasado este enfado Coordinación Democrática ha hecho público el siguiente co municado:
- -«La comisión ejecutiva do la C.D. ha tomado nota de los acuerdos adoptados en la reu nión de sü pleno en el dfa da ayer, con vistas a la reunión do los diferentes organismos uni tarios a celebrar en Valencia.
Asimismo saluda a los orga nismos unitarios, que han con firmado su asistencia a dicha reunión. Coordinación Demo crática apoya el llamamiento do las fuerzas democráticas vas cas para un día de movilizacio nes populares, que en (temando de amnistía total ha sido convo cado para el día 37.
Asimismo C.D. 'vuelve a ex presar Ja más viva protesta par 1 % arbitrariedad de ta detención de Javier Ortiz, miembro do nuestro Comité Ejecutiva*.